Larissa Faria

Bióloga e mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal do Paraná. Atualmente é doutoranda em Ecologia e Conservação também pela UFPR, e desenvolve sua pesquisa no Laboratório de Ecologia e Conservação.

Nem só de tilápia vive o homem: um peixe exótico invade as águas e a mesa dos brasileiros

Num dos países com mais diversidade de peixes do mundo o peixe mais consumido não é nativo. Quais são os impactos dessa estratégia?


Um espaço aberto a outras vozes


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Fernando Fortunato Jeronimo

Doutorando em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal do Paraná onde está se especializando na arte de transformar xícaras de café em artigos científicos. Sua pesquisa é voltada à conservação do serviço ecossistêmico de polinização para a garantia de uma agricultura mais sustentável e da segurança alimentar humana

O que tem a ver aves e insetos com seu café?

Aquele café que nos acompanha todas as manhas, não depende só de quem o cultiva. Graças a ajuda de outras espécies podemos desfrutar dessa magnífica bebida.


Rossember Saldana Escorcia

Estudante de Engenharia Ambiental e Sanitária, Universidade Popular de Cesar, (Aguachica, Colômbia). Participo em pesquisas em gestão ambiental e desenvolvimento humano sustentável, especificamente em biodiversidade, gestão de recursos hídricos e qualidade da água, entre outros. Atualmente estou interessado em projetos de identificação de espécies de florestas tropicais secas com potencial de recuperação de bacias hídricas, recargas hídricas em áreas úmidas e avaliação de seus serviços ambientais. Me interesso por temas que abordam o manejo e a importância das áreas úmidas em nosso território colombiano megadiverso.

Seria possível uma soberania alimentar?

A fome no mundo aumentou desde 2014. Uma reflexão sobre o papel dos camponeses na conquista da soberania alimentar.


Carlos Henrique Lopes Liborio

Pesquisador de Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução. Laboratório de Ecologia Teórica e Síntese.

Mudamos o mundo, mas não nos lembramos. Como nossa falta de memória pode ameaçar a biodiversidade?

O mundo em que vivemos sempre foi assim? A riqueza natural que vemos hoje é a mesma que nossos ancestrais conheciam? A percepção da natureza se transforma ao longo do tempo e fica registrada em nossa memória determinando nossa relação com o mundo natural.


Elena Fukasawa Galvanese

Doutoranda em Ecologia e Conservação na Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil.

Cianobactérias como estrelas: brilham hoje, com origem milenar

As cianobactérias, os antigos organismos microscópicos que mudaram o percurso da vida no planeta.


Rayssa Bernardi Guinato

Bióloga e educadora ambiental, mestre em Planejamento e Uso de Recursos Renováveis. Trabalha com os temas: sustentabilidade, recursos hídricos, poluição, resíduos sólidos e reciclagem, desmatamento, mudanças climáticas, uso sustentável de recursos, desertificação, ambiente e saúde, conservação da biodiversidade, lixo marinho, aquecimento global, objetivos do desenvolvimento sustentável ( ODS).

Biodiversidade: a vida em suas diferentes formas

O termo biodiversidade é amplamente utilizado na ciência, nos jornais, nas redes sociais. Mas o que exatamente ele representa? Ela é estável, ou seja, está sempre igual? Como saber se a “diversidade biológica” está sofrendo grandes perdas?


Maria das Graças Targino

Pós-Doutora em jornalismo pelo Instituto Interuniversitario de Iberoamérica da Universidad de Salamanca – Espanha. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília – Brasil. Docente da Universidade Federal do Piauí – Brasil. Autora de 30 livros, 61 capítulos de livros e 161 artigos científicos.

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Sopa de letrinhas

Em plena pandemia de COVID-19, a Amazônia sofre o maior aumento no desmatamento dos últimos 15 anos.


Fernanda Cassemiro

Bióloga formada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), atualmente é pesquisadora na Universidade Federal de Goiás (UFG). Atua na área de ecologia e evolução em temas relacionados a macroecologia e biogeografia

De volta para o futuro: estimando os efeitos das mudanças climáticas e do desmatamento em ecossistemas aquáticos da Amazônia

Informações do passado e do presente permitem predizer as espécies que estariam em risco de extinção por causa de mudanças climáticas e desmatamento


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Rossember Saldana Escorcia

Estudante de Engenharia Ambiental e Sanitária, Universidade Popular de Cesar, (Aguachica, Colômbia). Participo em pesquisas em gestão ambiental e desenvolvimento humano sustentável, especificamente em biodiversidade, gestão de recursos hídricos e qualidade da água, entre outros. Atualmente estou interessado em projetos de identificação de espécies de florestas tropicais secas com potencial de recuperação de bacias hídricas, recargas hídricas em áreas úmidas e avaliação de seus serviços ambientais. Me interesso por temas que abordam o manejo e a importância das áreas úmidas em nosso território colombiano megadiverso.

Áreas úmidas na Colômbia: pela biodiversidade e um futuro urbano sustentável

As áreas úmidas são de fundamental importância para a biodiversidade em todo o mundo e estão presentes até mesmo nos grandes centros urbanos. Conheça um pouco sobre as áreas úmidas colombianas e iniciativas para preservá-las

Nem tão despacito

Neste texto com uma pitada de humor e muita informação, Oscar Peláez estimula a reflexão sobre como as atividades humanas têm acelerado os processos de extinção de espécies.


Origem da Revista Bioika


Fagner Junior Machado De Oliveira

Universidade Federal de Goiás – Pesquisadora de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução.

O sabor amargo do peixe exótico: A conta vai além do valor pago no mercado

Uma reflexão sobre os impactos negativos que o consumo de espécies de peixes exóticas podem ter no meio ambiente e sobre a importância de nossas escolhas alimentares.


Rosana Moreira Da Rocha

Sou bióloga com doutorado em Ecologia pela UNICAMP, mas as ascídias me trouxeram para um Departamento de Zoologia na UFPR e agora realizo pesquisa nas duas áreas. Compartilhar meu conhecimento a respeito desses animais é um prazer e espero inspirar os leitores a admirar e querer conhecer mais a fundo a diversidade de nosso país.

A invasão silenciosa das Ascídias

As Ascídias, estes estranhos animais marinhos, pouco conhecidos e seu efeito na pesca e a aquicultura no litoral do sul do Brasil.


Victor Kshesek

Graduando do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Paraná. Trabalha com botânica, educação ambiental e agroecologia.

Que cara tem a terra com cara de nada?

Um poema que expressa as transformações que a natureza enfrenta devido às ações dos seres humanos.


Um espaço aberto a outras vozes


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Angélica Mendes Mamede

Graduada em Ciências Biológicas e Mestre em Ecologia e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Federal do Mato Grosso. Doutoranda em Ecologia e Evolução da Universidade Federal de Goiás, na linha de pesquisa de interações inseto-planta. Angélica participa de diversos movimentos para que o legado de Chico Mendes seja para sempre.

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Chico vive!

A vida e o legado do Chico, meu avô, são praticamente impossíveis de resumir em poucas páginas. Aqui eu escolhi contar a história do principal legado conquistado pelo movimento dos seringueiros dos anos 80.


Maria das Graças Targino

Pós-Doutora em jornalismo pelo Instituto Interuniversitario de Iberoamérica da Universidad de Salamanca – Espanha. Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília – Brasil. Docente da Universidade Federal do Piauí – Brasil. Autora de 30 livros, 61 capítulos de livros e 161 artigos científicos.

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Teclado responsável

Nossa capacidade de discernimento deve nos conduzir ao teclado (particípio passado do verbo teclar e não dispositivo periférico do computador ou celular) responsável para emitir nossa opinião a respeito de uma informação em circulação nas redes sociais, da mesma forma que deve nos guiar até as urnas para expressar nosso voto. Sendo assim, todos nós, somos responsáveis por um mundo melhor.

Carros elétricos: possível alternativa

Os carros são movidos principalmente pela queima de combustível fóssil (gasolina e diesel) que emitem gases poluentes na atmosfera. Na busca por fontes alternativas de energia, houve o desenvolvimento dos carros movidos à energia elétrica, os carros elétricos.

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« O leitor escreve »

Espaço aberto para opiniões críticas e argumentadas, para quem tem interesse em escrever sobre questões e problemas relacionados ao universo ambiental.

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Anielly Oliveira

emailanielly.oliveira@revistabioika.org

Bióloga por paixão, acredito que o conhecimento científico gerado na academia deve buscar meios de encontrar a sociedade. Quanto mais isso for feito, menos políticas errôneas serão adotadas pelos tomadores de decisões.

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Oscar Pelaez

emailopelaez@revistabioika.org

Biólogo, Mestre em Ciências ambientais e Doutor em Ciências. Atua na área de pesquisas em ecologia, com ênfase em ecologia de peixes, diversidade funcional e filogenética.

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Ángela Gutiérrez C

emailangela.gutierrez@revistabioika.org

De acordo com minha formação na educação pública, acredito na necessidade de fazer acessível para todos, os resultados das pesquisas científicas. O que é feito? Para que serve? Como posso contribuir? Acredito que o trabalho multidisciplinar é a chave para propor soluções que possam gerar uma sociedade justa, sustentável e igualitária.

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Isabela Machado

emailisabela.machado@revistabioika.org

Formada em Biologia e Comunicação Social, especialista em Comunicação empresarial. Sou mestranda em Tecnologias Limpas e Sustentabilidade, com experiência científica e profissional em Ecologia Aquática, Educação Ambiental, Sustentabilidade, Jornalismo Ambiental e Assessoria de imprensa.

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Carolina Gutiérrez Cortés

emailcarolinagc@revistabioika.org

Sou microbióloga e trabalho com a geração de novas alternativas para o processamento saudável de alimentos mediante o uso de aditivos naturais. Espero poder compartilhar este conhecimento e aproveitar as experiências de outras pessoas. Por isso, acredito no desafio de comunicar com uma linguagem simples tudo o que é produzido na academia.


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