Carolina Mendes Muniz

Bióloga, mestre em Ciências Ambientais pelo Programa de Pós-graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (PEA-UEM). Atualmente é doutoranda pela mesma instituição. Atua nas área de ecologia, com ênfase em ecologia de peixes e reservatórios.

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Qual a relação entre reservatórios e invasão de espécies alienígenas nos nossos rios?

Reservatórios, destinados principalmente à geração de energia elétrica, ocupam rios brasileiros, alteram as condições ambientais e favorecem espécies invasoras. O artigo da seção Ecoando, identificou as características que tornam os reservatórios susceptíveis para a instalação de espécies invasoras e como a proximidade entre eles afeta a composição da assembleia de peixes.


Breve história de um artigo científico


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Maria Julia Mileo Ganassin

Licenciada em Ciências biológicas pela Universidade Estadual de Maringá. Mestre em Ciências Ambientais pelo Programa de Pós-graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais. Atualmente é doutoranda pela mesma instituição. Atua na área de Ecologia, com ênfase em Ecologia trófica de peixes e Ecologia de reservatórios.

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Urbanização e invasão biológica: como uma mão lava a outra?

Os riachos estão entre os ambientes aquáticos que mais tem sofrido impactos devido à proximidade dos centros urbanos. No conteúdo da seção Ecoando “Urbanização e invasão biológica: como uma mão lava a outra?”, saiba como a urbanização pode criar ambientes adequados e favorecer a proliferação de uma espécie invasora.


Francismeire Telles

Bióloga com ênfase em Biodiversidade e Conservação (UFAM). Mestre em Biodiversidade e Conservação de Áreas Tropicais (Menéndez Pelayo International University - Espanha). Doutora pela Universidade de Granada - Espanha. Atua nas áreas de ecologia das interações, polinização e reprodução de plantas.

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A divisão de trabalho é uma marca dos organismos sociais, mas o que dizer sobre as plantas?

Plantas oferecem recompensas para atrair polinizadores e favorecer a fecundação cruzada. Na quaresmeira Pterolepis glomerata, o polén exerce duas funções, reprodução e atração das abelhas. Então, a planta precisa decidir qual função irá garantir maior produção. Na seção Ecoando, entenda alguns aspectos evolutivos da planta para lidar com este dilema e garantir o seu sucesso reprodutivo.


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Procura-se! A busca por um peixe elétrico da bacia do rio Magdalena, Colômbia

Uma leitura para conhecer melhor a “perrita”, um peixe elétrico que só habita a bacia do rio Magdalena na Colômbia. O que mudou desde que o pesquisador inglês Cecil Miles o descreveu em 1945?


Ranulfo Combuca Da Silva Junior

Possui graduação e mestrado em Química pela Universidade Estadual Paulista UNESP. Atualmente é Químico na Universidade Estadual de Maringá/UEM - Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia) e doutorando do Programa de Pós Graduação em Química/UEM. Tem experiência na área de Química Analítica e Físico-Química com ênfase em Limnologia e Terapia Fotodinâmica, atuando principalmente no desenvolvimento de fármacos e seus formulados visando a inativação fotodinâmica de micro-organismos.

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Géis e hidrogéis fotoativos contribuem para minimizar a geração de resíduos na produção leiteira

À procura da sustentabilidade na produção de carne, uma solução com menor impacto ambiental para o tratamento da mastite em vacas e cabras no sul do Brasil.


Diana Maritza Monroy Moreano

Bióloga com interesse na ecologia de paisagem e análise espacial. Acredito na socialização da ciência como meio para conseguir um entendimento integral dos sistemas natural e sociocultural.

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As relações entre mudanças na cobertura do solo e incêndios na Serra La Lindosa, em San José del Guaviare, Colômbia

As atividades humanas que influenciam diretamente no uso do solo e que afetam a biodiversidade, ocasionaram a perda do 80% da cobertura da floresta da região andina na Colômbia, durante o Século XX.


Fernanda Cassemiro

Bióloga formada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), atualmente é pesquisadora na Universidade Federal de Goiás (UFG). Atua na área de ecologia e evolução em temas relacionados a macroecologia e biogeografia

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A invasão das tilápias na América

A tilápia, um peixe que chegou de África e colonizou América. Qual é o segredo para que uma espécie introduzida consiga chegar tão longe e se distribua com tanto sucesso?


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Os dois lados da moeda: Efeitos das mudanças climáticas sobre a distribuição do tambaqui na América do Sul

Os resultados deste estudo revelaram uma drástica redução da área que a espécie ocorre na região nativa no futuro, implicando em preocupações não apenas com a conservação do tambaqui, mas também de uma perspectiva social e econômica, uma vez que a espécie é um dos alicerces da pesca artesanal e comercial na Amazônia.


Renata Ruaro

Doutoranda em Ciências Ambientais (PEA/UEM) e atua em temas relacionados à avaliação da qualidade ambiental de ecossistemas aquáticos

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Mudanças climáticas ameaçam a conservação do Dourado

Investigar os possíveis efeitos das mudanças climáticas no peixe dourado, é essencial para que governantes e cientistas possam desenvolver em conjunto medidas para a conservação da espécie e das comunidades que dela se beneficiam.


Alfonso Pineda

Os autores pertencem ao grupo de pesquisa em Biodiversidade, Biotecnologia e Conservação de Ecossistemas, associado à Universidad Nacional de Colombia.

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Algas microscópicas em esferas de gel como ferramenta de monitoramento ambiental em ambientes aquáticos de água doce

Esta pesquisa convida a descobrir como as microalgas podem identificar de forma rápida e econômica as condições ambientais das lagoas andinas em Bogotá, Colômbia.


Origem da Revista Bioika


Camila Kurzmann Fagundes

Bióloga e mestre em Biodiversidade Animal (Universidade Federal de Santa Maria). Doutora em Biologia de Água Doce (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia). Especialista em modelos de distribuição de espécies e análises espaciais para auxiliar na criação de estratégias de conservação de quelônios na Amazônia brasileira.

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Testando a eficiência de áreas protegidas para a conservação de tartarugas de água doce na amazônia brasileira

Um exemplo de como a correta seleção de um área de proteção, oferece melhores resultados de conservação de tartarugas aquáticas amazônicas.


Biología Pesquera Regional

Biologia Pesqueira Regional, projeto de pesquisa da Faculdade de Ciências Exatas, Químicas e Naturais da UNaM, estuda os peixes do alto rio Paraná e tributários, para conhecer a composição das espécies e a dinâmica da comunidade, assim como o impacto ambiental produzido pelo represamento de grandes rios.

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A estrutura do Ictioplâncton durante diferentes fases de enchimento no Reservatório Yacyretá (Argentina)

Este interessante trabalho do rio Paraná na Argentina, descreve como a intervenção do fluxo natural dos rios, pode afetar os peixes que habitam lá.


Biólogos e mestres pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais. Pablo Kirchheim, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, atuando na APA das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná sob a direção do Erick Xavier. Letícia Araujo, analista ambiental do CORIPA e doutoranda no PEA.

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A gestão da sociobiodiversidade do rioParaná – participação social, integração deáreas protegidas e compartilhamento deresponsabilidades

Um detalhado exemplo do trabalho conjunto entre diversas instituições e a comunidade, com o objetivo de conservar uma zona de proteção ambiental na bacia do rio Paraná no Brasil.


Mariángeles Arce Hernández

Bióloga, estuda sistemática e taxonomia de bagres da América, através do seu ADN e evolução, assim como a origem e desenvolvimento do seu esqueleto. Atualmente maneja a coleção de peixes da Académia de Ciências de Filadelfia com mais de 1.5 milhões de registros provenientes do mundo inteiro.

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O que se aprende com as informações sobre as relações “familiares” dos peixes?

Conhecer a maneira como os organismos se relacionam na natureza nos permite saber como eles têm se modificado através do tempo. Por sua vez, isso nos ajuda a entender a formação dos diferentes ambientes naturais.


Edgar Francisco Prieto Piraquive

Biólogo da Universidade Nacional de Colômbia, com Mestrado em Manejo de Fauna Silvestre na UNELLEZ de Venezuela e doutorando da Universidade de Murcia na Espanha. Tem trabalhado amplamente os peixes de água doce tanto nos aspectos ecológicos, quanto na sua relação com as comunidades locais.

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A alimentação dos peixes como ferramentade manejo pesqueiro nos lagos deYahuarcaca, Amazonas, Colômbia

Como o trabalho conjunto entre a academia e as comunidades indígenas busca a conservação dos recursos pesqueiros da Amazônia colombiana.

Pescadores de peixes ornamentais (Piaberos)

Imagem da actividade de captura de peixes ornamentais em um pantanal da Amazônia

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« Ecoando »

Resenhas de pesquisas científicas já publicadas, que facilitem sua compreensão e ampliem seu escopo, por meio de uma linguagem simples e acessível.

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Ángela Gutiérrez C

emailangela.gutierrez@revistabioika.org

De acordo com minha formação na educação pública, acredito na necessidade de fazer acessível para todos, os resultados das pesquisas científicas. O que é feito? Para que serve? Como posso contribuir? Acredito que o trabalho multidisciplinar é a chave para propor soluções que possam gerar uma sociedade justa, sustentável e igualitária.

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Taise Miranda Lopes

emailtaise.lopes@revistabioika.org

Sou bióloga e doutora em ciências ambientais pela Universidade Estadual de Maringá (Brasil). Acredito que o acesso ao conhecimento, seja através de políticas públicas e divulgação científica, é imprescindível para a construção de uma sociedade mais empática, justa e sustentável.

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Alexandrina Pujals

emailale.pujals@revistabioika.org

Bióloga, especialista em Planejamento Ambiental, Gestão dos Recursos Naturais e Mestre em Ciências Ambientais. Acredito que o conhecimento científico tem valor maior quando compartilhado e popularizado. A divulgação torna esse conhecimento acessível ao público, alinhando argumentos e ideias que busquem a conservação do meio ambiente.

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Edna Liliana Amórtegui Rodríguez

emailliliana.amortegui@revistabioika.org

Bióloga da Universidade Nacional da Colômbia. Estou convencida de que o conhecimento deve estar aberto e disponível não só para o público especializado, mas para toda a sociedade. Considerando o impacto que tem a investigação científica em nossas vidas, estou interessada em contribuir na divulgação, especialmente em questões de ecologia.

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Sonia Yanira Rodríguez Clavijo

emailsonia.yanira@revistabioika.org

Com formação em Microbiologia, tenho trabalhado em biologia molecular e bioinformática. Ultimamente o ensino de zoonoses e epidemiologia, voltado para profissionais do meio ambiente, me permite fazer parte de uma mudança necessária em nossa sociedade e sua relação com o meio ambiente.


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